
Após assistir ao show ao vivo de Pedro Ortaça e família, na Expo São Luiz 2008, foi sensível perceber o verdadeiro significado da palavra força de vontade. Quando Alberto, o filho mais novo da família de músicos entrou no palco, ficando diante do microfone, aos olhos de um imenso público, voltado a uma emoção carregada de sentimentos, descobri o quanto o ser humano é apto a derrotar o inacreditável. Para quem não sabe, Alberto foi vítima de um acidente de carro no dia 14 de maio de 2005. Seu caso foi considerado irreversível. Entre a vida e a morte, a família Ortaça travou um período de lutas diárias, carregada de sofrimento e esperanças.
Mas o que salvou Alberto? A ciência e a medicina são consideradas as responsáveis por devolverem a vida ao músico, depois de mais de seis cirurgias. Porém, somente a força de vontade da família permitiu que isso acontecesse. Pedro, Gabriel, Marianita e Rose, passaram por uma prova de resistência. Em um momento de dor, era hora de unir forças e buscar a recuperação. Quando tudo parecia perdido, a família mostrou uma garra em desordem, uma união que nem eles sequer imaginavam que existisse. “Não era hora de chorar. Nós tínhamos que buscar soluções, manter o controle e a família unida”, disse Rose em uma entrevista. Hoje, quando vemos Alberto Ortaça de volta aos palcos, é impossível não se emocionar. Enxergamos uma música cantada com paixão, garra e otimismo. Enxergamos a força de vontade caminhando pelo palco, como o melhor símbolo a pairar sobre a família Ortaça. Visualizamos que aquele afeto e apego, tem mais nomes do que amor à pátria ou ao tradicionalismo. É a união desta família, incondicionalmente retratada na força de vontade de cada um deles.Exemplos como esses, não são tão difíceis de se encontrar. Luigi Sartori, 10 anos, da ci
dade de Santo Antônio das Missões, sofria de uma doença congênita degenerativa rara, situação que só podia ser controlada mediante um transplante de medula. Atualmente, ele está operado e quase pronto para levar uma vida tranqüila. Até o ano passado, esta realidade parecia inatingível, uma vez que a chance de encontrar um doador compatível chegava a um em 100 mil, devido à diversidade genética da população brasileira. Arlete, sua mãe, também travou uma batalha contra o tempo. Mobilizou cidades, movimentou pessoas e foi atrás de um doador por todo o Brasil. Era um duelo sem horário para acabar. Noite e dia já não faziam mais diferença. Seu filho era o objetivo maior, meta e seu motivo de viver.Esta força de Arlete e da família Ortaça do qual estou falando não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável, de superação e otimismo. Eles não se sentiram incapazes de tentar salvar a vida de seus filhos. Foram à guerra e conseguiram vencer. Que isso sirva de lição para todos nós, em qualquer ocasião. As pessoas que acreditam que são incapazes simplesmente nem tentam. Pessoas assim deixam-se levar, vivem à deriva, sem controle, sem metas e sem resultados. Lembre-se sempre, a tua pretensão move mundos, está nela a tua garra, a tua direção. O segredo da força? Está na vontade!





Bebemorar a idade nova ao lado de amigos e familiares é uma coisa fundamental. Então suponho que fazer aniversário não seja tão ruim assim. Sem falar que alguns ainda lembram do presente, embora aja crise econômica, ou desse gesto ter se tornado coisa do passado. Presente é bom, mas comemorar a idade nova na folia e na diversão é muito melhor. Já pensou você sozinho em casa, sem ninguém para comemorar, beber, dançar, conversar... Já pensou? Isso sim seria um dia dramático, pra se olhar no espelho e gritar: to ficando velho e por conseqüência, esqueceram de mim! Mas se você for protagonista da sua história, isso jamais vai acontecer. Acredite!